A animação começou bem cedo, com muitos risos e brincadeiras. Haja alegria!
E nunca se esqueçam...
domingo, 13 de julho de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Boa noite!
Porque existem canções lindas. Canções que nos fazem recordar momentos da nossa vida. Canções que nunca esqueceremos. Deixo-vos esta que adoro.
Boa noite!
Boa noite!
Não faltem, este sábado!
É já no próximo sábado que se realiza mais um Mercado dos Santos, na sua Edição Summer Time.
Como já referi algumas vezes, trata-se de um evento 100% solidário que tem como intuito ajudar quem precisa. Desta vez, a Cristina, que procura um dador de medula óssea compatível, e o IPP Solidário, que presta auxílio a alunos carenciados.
Estarão presentes imensas marcas portuguesas, conhecidas de todas nós, e não faltarão actividades divertidas para miúdos e graúdos: hora do conto, danças, tatuagens, mini-sessões fotográficas, pinturas faciais, workshops, apresentação do livro "As mulheres não sabem estar caladas", entre outras.
Por isso, já sabem! Sábado, entre as 10 e as 19h, todos os caminhos vão dar ao jardins do ESE, no Porto.
O Diogo, um dos meninos ajudados por esta iniciativa, deixou-nos e transformou-se em mais uma estrelinha a brilhar no céu. Ser-lhe-à prestada uma pequena homenagem neste dia, pelo que se pede a todos os que queiram escrever uma curta mensagem, a façam chegar ao staff (em mãos ou via mensagem privada). Enquanto estas mensagens forem lidas, será levantada uma faixa de homenagem ao Diogo, pelas crianças presentes, e serão largados balões.
Sigam-nos no facebook e no instagram!
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Deixar o bebé chorar até adormecer, sim ou não?
É muito conhecida a teoria que defende como melhor forma de adormecer o bebé deitá-lo na sua cama e, mesmo que chore, deixá-lo chorar até se cansar e adormecer. Segundo ela, o bebé ganhará autonomia e independência mais rapidamente.
Confesso que me faz imensa confusão esta situação. Nunca a apliquei com os meus filhos. Parte-me o coração ouvir um bebé a chorar, a pedir consolo, e corro logo em seu auxilio. Até hoje , e a exemplo do que sucedeu com os manos quando eram mais pequenos, o baby G. adormece bem consoladinho junto a mim e só quando ele já dorme o deixo na sua cama, conseguindo ter noites super tranquilas.
Não nos podemos esquecer que o choro é a única forma de comunicação do bebé e que é desta forma que ele expressa as suas necessidades.
O bebé vê os pais como um porto seguro, disponível para o proteger e auxiliar quando este sente perigo, medo, solidão... Se ao chorar os pais o ignoram, o bebé acabará por perder a confiança e segurança que lhe deviam ser dadas. Este, com o tempo, aprenderá que as suas necessidades não são atendidas, desistindo de chorar. Haverá, sem dúvida, uma extinção de comportamento, mas resultante do desamparo. A suposta independência será uma falsa independência, uma vez que, mesmo necessitando, o bebé aprendeu que não obtém resposta, daí já não chorar. Há mesmo quem diga que a consequência deste tipo de procedimento será uma quebra de vínculo.
Além disso, ao agir desta forma, os pais estarão a contribuir para que estes bebés se tornem adultos inseguros.
Há pesquisas que demonstram que quanto mais rápido for o auxílio ao bebé, menor virá a ser o choro a longo prazo. A autonomia e independência ganham-se com a maturidade e não com a falta de resposta.
domingo, 6 de julho de 2014
A alimentação da Mãe que amamenta e sua influência no bebé
Como já vos falei em tempos, aqui, dos meus 5 filhos, amamentei 4 durante bastante tempo (16, 9, 19 e, até agora, 20 meses).
Sempre tentei manter uma alimentação equilibrada, não me coibindo contudo de comer alimentos de que gosto, apesar de o fazer apenas esporadicamente. Exemplo disso é o chocolate. A verdade é que, ao longo destes 11 anos de maternidade, nunca tinha sentido qualquer influência na saúde dos meus filhos, derivada do tipo de alimentos que ingeria.
Mas a verdade é que nunca é tarde para comprovarmos que esta relação existe. E digo-o sem ter conhecimento da existência de quaisquer estudos médicos. Falo apenas da minha experiência.
Um destes dias, tinha em casa uma caixa de ameixas vermelhas, maduras e docinhas. Adoro! Claro que fui com toda a ganância à caixa e comi umas poucas de seguida. O baby G. já estava a dormir e previa-se uma noite descansada pela frente, pelo que ele só deveria mamar na manhã seguinte. Com a estimativa de 6 horas que supostamente demora a alimentação da Mãe a influenciar o leite materno, mais um belo par de horas, não se previam grandes problemas.
A ameixa é considerada "depurativa" do sangue e "desintoxicante" do aparelho digestivo. Está incluída nos frutos que ajudam a regular o intestino, contribuindo positivamente para o seu funcionamento, em caso de prisão de ventre. Há quem defenda que comidas em excesso poderão provocar relaxamento intestinal excessivo, provocando diarreias.
Na manhã seguinte tudo começou a decorrer dentro da normalidade. Acordar, mamar, vestir e, excepcionalmente nesse dia, passar a manhã com o Pai. Mas 2 horas depois o efeito de tanta ameixa comida pela Mãe começou a ter reflexos no baby. Diarreia atrás de diarreia e alguns vómitos. Inicialmente, pensámos que fosse alguma virose, mas o tempo mostrou-nos que não.
As viroses duram, por norma, 2 a 3 dias e a instabilidade do baby G. resumiu-se a meio dia, pelo que a hipótese da virose foi colocada de parte, passando a relacionar-se todo o problema com as ameixas. Se duvidas existiam, para mim ficou provada a influência da alimentação materna na saúde do bebé.
Para que saibam, alguns dos alimentos que podem influenciar negativamente a saúde do bebé são: alimentos muito gordurosos, chocolate, frutos vermelhos, café, chá e refrigerantes e álcool.
Por outro lado, a banana e o iogurte são excelentes auxílios na restauração da função normal do intestino.
sábado, 5 de julho de 2014
Um local magnífico!
Hoje era daqueles dias em que me apetecia fazer algo diferente, conhecer um novo lugar, sei lá... Apetecia-me! Apesar de não o fazermos constantemente, sugeri um bom restaurante ao marido ao qual nunca fomos. Mas, em resposta à minha sugestão, ele superou e falou-me de um outro local sobre o qual quis, de imediato, saber mais. (Valha-nos o google!) Fiquei tão agradavelmente surpresa com o que vi, que tinha de ser mesmo aquele o nosso destino.
A Quinta de São Luiz é um quinta do século XVII, que foi recuperada, tendo sido o seu antigo solar transformado numa zona de restauração. Situa-se em Pereira, concelho de Montemor-o-Velho, e apenas a 15km da cidade de Coimbra. Um local encantador, com imenso espaço para que as crianças possam brincar tendo, inclusive, um parque infantil.
O serviço é de excelência. O Chef Henrique Sá Pessoa foi, nos primeiros anos, consultor gastronómico deste espaço, deixando o seu legado ao Chef Joel, que actualmente é o responsável pelo serviço e pela inovação na cozinha.
Devem estar a pensar "Deve ser carissimo!". Nada disso! O espaço tem um salão super requintado, com apresentação de uma cozinha gourmet mais elaborada; mas existe também uma outra sala de refeições com um conceito mais casual e super acessível às nossas bolsas (a escolhida de hoje.).
Além destas 2 salas, possui ainda uma zona de exposição de vinhos e uma zona de bar bastante agradáveis.
Vale mesmo a pena visitar!
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| Esta sala é um sonho! Fiquei deslumbrada com toda a sua envolvente. |
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| O pormenor deste cabide em forma de mãos é super engraçado. |
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| Descobertas, travessuras e mimos à mistura. |
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| A zona de bar, com um chão lindíssimo, e a exposição de vinhos. |
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| Enquanto aguardámos pela confecção do almoço, fomos descobrir o exterior da quinta. |
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| O exterior. |
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| O parque infantil, adorado pelos mais pequenos. |
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| Momento me & myself. |
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| O nosso almoço foi um magnífico bacalhau com broa, acompanhado por um belo vinho. Para as crianças escolhemos um creme de cenoura delicioso, seguido de um belo bife de novilho com batatinhas. |
Looks:
Guilherme: Fofo Maria Bebé e body de golas Alecrim;
Santiago e Salvador: Calções Metro Kids e polos Zippy;
Mummy: Calções e sandálias Zara, top CorteFiel e colar Be Wow.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Camas de Ferro: Elegância e Beleza
Foi no decurso do século XIX que começaram a surgir as primeiras camas de ferro. Ao longo dos anos, estas foram evoluindo, com a introdução de novos acabamentos, sendo possível, hoje em dia, encontrar uma grande diversidade de opções,desde as mais clássicas às mais contemporâneas.
Símbolo de elegância e românticas, adequam-se facilmente a qualquer tipo de decoração. São peças de mobiliário básicas, que criam boa aparência em qualquer ambiente onde se insiram, sendo adequadas para ambos os géneros. Ficam giríssimas tanto em quarto de meninas, como de meninos.
A oferta do mercado é grande mas... Qual a avó que não tinha em sua casa uma cama de ferro? Restaurar uma cama de família é uma ideia que eu acho fantástica, preservando toda a sua história.
Ficam algumas inspirações. Espero que gostem!
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| Estas não são totalmente em ferro, mas eu achei bastante originais. |
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